sábado, 4 de junho de 2011

 

vamos brincar de casinha?

Não resisti, tinha que colocar aqui essas coisinhas lindas que achei na internet. Não dá vontade de brincar de casinha???
Eu quero! Eu quero!


























terça-feira, 24 de maio de 2011

Mais de Minnie...


Fiquei encantada com etes bolos da Minnie... alguns dele são falsos... mas são perfeitos!

Será que eu consigo fazer um bolo assim? Este foi feito de EVA...



Olha que xuxu de convite

Literalmente um mini bolo!
rs


Olha que amourr estes porta docinhos!



Estas últimas fotos não são bárbaras?
Encontrei no blog


pelo qual fiquei apaixonada! Cada festa mais linda do que a outra!!! Deu vontade de fazer tudo!

Bjs



sábado, 21 de maio de 2011


domingo, 15 de maio de 2011

Reciclando... Luminária com colheres!

Esta imagem estava aqui nos meus arquivos...
Uma idéia super!

Você precisa apenas de um toco de madeira para patinar,
Colheres para entortar...
Pregos para pegrar
E aquelas velas que a gente acha no 1,99 fácil fácil...

Demorô?




Belezinha não é mesmo? 


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Inspiração para festinha de 1 ano da Mariana....

...aqui estamos nós pensando no que fazer para a festinha de 1 ano da Mari... quero dizer, quem está focada nas ídéias sou eu, pois o papai mesmo está pensando no outro aspecto da festa $$$

Fui ver alguns buffets aqui perto de casa.. tem um lindo que realmente seria o "eleito"... mas de crianças mesmo teríamos somente umas 4 ou 5 ... então achamos bobagem gastar um dimdinzão com uma festa assim... Primeiro pq temos muitas outras prioridaes este ano (ainda gastos com a casa) e tb pq a Mariana é muito pequena pois, qd a Mari estiver maior com certeza irá curtir os brinquedos e o lugar, então iremos engavetar a idéia para próximos aniversários, próximas poupanças etc...

Porém eu não queria q passasse em branco...
O jeito seria fazer uma festinha em casa mesmo chamando somente os parentes mais próximos... seria o ideal na verdade... ainda não parei para fazer uma listinha... mas.... só de família já temos umas 80 pessoas... aproximando umas 50 que possivelmente aparecerão...
E para minimizar gastos quero fazer algumas coisas como convite, lembrancinhas, cup cakes, decoração etc... sei q não tenho tempo, mas se eu otimizar algumas ações acho q darei conta... tenho tb um recesso em julho que vai ajudar e muito!



Outra coisa q já escolhi foi o tema: Minnie...
Eu adoro a Minnie, amo póas, amo tudo pettit... rs Minie tem tudo a ver...
Mas se fosse pelo gosto da Mariana com certeza seria uma festa da galinha pintadinha... rs

Reuni então algumas idéias bacanas!

Cup Cakes não podem faltar!


Ah quero aprender a fazer esta orelha de bexiga... alguém sabe como faz? eu amei!


Olha que linda sugestão de enfeite de mesa...



Docinhoooossss

Super estilo minnie moderna
rs

Olha que lindoooo


Olha que lindooooo mesmoooo

Queria algo assim: simples...


Chapéuzinhossss


Dá pra fazer falaí...

Ui...


Já vi esta toalha de tnt pra comprar!


Que prático!
Fofo

Um convite fofo... tb 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Um dos meus maiores desafios como mãe tem sido buscar um equilíbrio entre minhas ambições profissionais e o desejo de dar à minha filha todo o tempo, atenção e participação do que gostaria. Percebo este desafio na maioria das minhas amigas que são mães, assim como entre grande parte das mulheres profissionais que conheço e admiro. Como evoluir profissionalmente e, ao mesmo tempo, ser mãe e atuar como a mãe que gostaria de ser???

Passei boa parte da minha vida trabalhando e estudando para alcançar sucesso profissional, e tudo aquilo me realizava completamente, mas foi depois que segurei a Juju nos braços pela primeira vez que percebi que aquilo havia mudado quase que instantaneamente. Eu nunca suportei a idéia de passar mais de 8 horas diárias longe daquela criaturinha que “brotará” de dentro de mim, e isso era uma exigência da minha profissão, é como se vivêssemos uma eterna simbiose e meu ponto de equilíbrio havia mudado mesmo, e para sempre.

Nunca encarei ser mãe em tempo integral como um sacrifício, muito pelo contrário, “praticar” a maternidade é definitivamente algo que desejo fazer, um tempo precioso em minha vida que jamais se repetirá, Deus colocou em minha vida este “chamado”, e eu jamais o ignorei. Por outro lado, ficar em casa significa abrir mão da troca de idéias e da interação social que o ambiente de trabalho pode nos proporcionar. É, de fato, uma grande mudança que pode tornar muitas mulheres infelizes.

Conheço também outras mulheres que jamais seriam felizes se deixassem seus trabalhos, e também existem aquelas que não podem permitir-se abandoná-los, por necessidade financeira e voltam a trabalhar assim que acaba a licença-maternidade. Muitas são perseguidas por sentimentos de culpa, sem ter a certeza de estarem fazendo a coisa certa.

Na última semana, recebi uma proposta de trabalho, da mesma empresa onde trabalhei por 7 anos, ótimos benefícios, ótima oportunidade de regressar ao mercado de trabalho e foi neste fim de semana que travei a maior luta da minha vida, com minha própria alma. Corri atrás de todos os preparativos para tal regresso, mas algo em meu coração estava tão contrariado, passei noites chorando e dias sem me alimentar e foi assim que descobri que tal proposta havia acendido uma luz, uma luz para que eu pudesse encontrar “tal equilíbrio” que estava perdido dentro de mim mesma.

Eu disse não a proposta!!! Embora para algumas pessoas pudesse parecer loucura, seria absolutamente contra meus sonhos e princípios passar tantas horas longe da minha pequena e foi aí que avaliei minhas ambições profissionais e consegui me perdoar por conquistar menos profissionalmente para me dedicar a este chamado lindo que é a maternidade. Conclui que não existe mulher que pode ser 100% mãe e 100% profissional ao mesmo tempo, deixei a maior porcentagem para a maternidade.

Esse é meu ponto de equilíbrio, talvez trabalhar menos quando for a hora certa, ganhar menos, mas ter mais tempo para minha filha. O Ro é um marido fantástico, ele me dá muito apoio emocional, e graças ao apoio dele e de todos aqueles que me amam, encontrei de vez meu equilíbrio. Financeiramente falando, posso dizer que troquei sapatos novos por um sorrisinho tímido, roupas caras por um carinho inocente e acessórios luxuosos por um abraço apertado, se é que vocês me entendem...

E você amiga leitora??? Já fez uma reflexão sobre seu ponto de equilíbrio??? Você é feliz??? Você tem uma vida profissional intensa, mas vive rodeada de culpa por não dar tanta atenção aos filhos??? Você é mãe em tempo integral mas se sente infeliz e sente falta do que um ambiente de trabalho pode lhe proporcionar???

O que te faria uma mãe e profissional 100% feliz???

Lembrem-se: Siga sempre a voz do seu coração....

Beijos,


sábado, 4 de dezembro de 2010

parte 3 a 7

Fazer acordos- 7° e último passso

Tempo e dinheiro são as duas moedas mais valiosas da nossa época. Na dinâmica de casal, elas acionam questões emocionais. Todo relacionamento tem um livro-caixa invisível, onde ficam as perguntas: quem está devendo? Quem está dando mais ou menos para a relação?

Quando essa cotação se desequilibra, as carências - de atenção, sexo, apoio, afeto - e apelos subjetivos de toda ordem podem apresentar-se em forma de cobranças de tempo, dinheiro e prestação de serviços. Portanto, a primeira atitude é tentar descobrir o que incomoda. Onde é que vocês dois sentem-se magoados, sobrecarregados, roubados? Assim será possível fazer acordos mais justos.

O segundo ponto é ver se vocês estão numa relação complementar, do tipo: esposa organizada versus marido desligado ou vice-versa. Os dois podem se acomodar nesses papéis e se prejudicar.

O melhor antídoto contra isso é esquecer a lenda de que cada um é a "metade da laranja". Mentira. Cada um é uma pessoa inteira e precisa responsabilizar-se pelo próprio equilíbrio e fazer sua parte na dinâmica conjugal. Essa postura agiliza a administração da agenda e do orçamento doméstico.

Consultoria Tai Castilho, terapeuta de casal e diretora do Instituto de Terapia Familiar de São Paulo

Enfrentar a dor - 6ª passo p/ um casamento feliz



O sofrimento é um teste radical, e a possibilidade de saírem fortalecidos dele está condicionada ao repertório que vocês conseguiram construir. Enfrentar uma experiência de luto, uma doença, falência ou um longo período de desemprego não é fácil. Um turbilhão de emoções, como tristeza, frustração e raiva, colocará em xeque a confiança e a qualidade da relação.

Numa situação, por exemplo, em que um dos parceiros entra em depressão ou enfrenta uma derrocada financeira, a fragilidade fica escancarada e alguém pode pensar: "Não foi com essa pessoa que eu me casei". Cuidado para não estigmatizar o outro, não feri-lo com gestos ou palavras, não lhe dar instruções sobre o que fazer. Talvez ele só precise de atenção e ouvidos.

A expectativa é que, num momento difícil, um apoie o outro. A desestabilização, porém, pode inviabilizar isso, gerando mágoas e cobranças até mesmo numa situação de sofrimento mútuo, como a morte de um filho. Diante dos grandes impasses, é importante buscar ajuda terapêutica. Um casal que ultrapassa a tempestade cria uma cumplicidade rara, reafirmando a promessa de companheirismo na alegria e na tristeza.

Aprenda a brigar 5º passo p/um casamento feliz!

Estranho, não?
Mas, esse é o 5º passo...ta acabando meninas rs



A boa briga é aquela em que todas as opiniões são legitimadas. Talvez o casal não chegue a um consenso, mas é importante que as diferenças se manifestem, que ambos possam se colocar sem simular que está tudo bem quando não estiver. A briga produtiva é muito diferente de gritar e xingar, de ficar muda e emburrada ou ainda de insistir nas eternas reclamações, que só desgastam e amortecem o conflito, quando o fundamental é enfrentá-lo.

A chave é: fazer-se escutar e abrir-se para ouvir o outro. Caso contrário, o motivo da briga deixa de ser importante, e vocês disputarão a última palavra. Cuidado com as certezas absolutas, a ilusão da verdade única - o que existe são duas visões que precisam ser respeitadas. Isso abrirá espaço para futuras negociações.

Discutir só para ver quem tem razão é destrutivo e não ajuda a simbolizar o que é necessário. E, diante do confronto, vocês terão que elaborar perdas, como a imagem do casal perfeito e as idealizações a respeito do parceiro. Por mais que exista amor, o convívio mostra que o outro não é "tudo o que você sonhou", e sim uma pessoa real, que pode pensar diferent


Cultive o Erotismo - 4º Passo p/ um casamento feliz!

 Passo 4 - Cultive o erotismo! Uii (hahaha)



Nunca abandone os pequenos rituais - tomar um vinho ou um banho juntos, sair para jantar, dar uma escapada a dois. Sem esses cuidados, o risco de serem engolidos por assuntos domésticos é enorme - vocês deixam de ser amantes e tornam-se grandes "tarefeiros".

A troca afetiva empobrece e a libido não resiste porque a sexualidade não se restringe ao que acontece na cama de casal. Ela se alimenta de todas as situações em que vocês podem admirar um ao outro; se divertir juntos, trocar confidências e também acertar os ponteiros, pois mágoa acumulada esfria qualquer história.

As atividades culturais e uma roda de amigos bacanas também oxigenam a relação. É erótico ter uma vida interessante! Os casais com filhos pequenos precisam batalhar pela privacidade. Confie: uma família é mais feliz quando pai e mãe querem continuar namorando. E os casais longevos devem usufruir da intimidade conquistada.

As condições para isso: cuidar da saúde física e emocional, fugir da cilada da paixão romântica (exigir-se alta performance sempre) e não acreditar nos mitos do envelhecimento, pois a sexualidade é parte da vida e não apenas da juventude

(3) Tornarem-se amigos - 7 passos p/casamento feliz

Desculpa pela demora gatas, mas lá vai a parte 3...

 Tornarem-se amigos

Mas não muito! Esse passo exige cautela. Quem não quer ser amiga do grande amor? É ótimo viver com um bom companheiro, torcer por ele, dar e receber apoio e colo; ser solidário; rir juntos. Tudo isso é uma delícia porque sentir-se parte do mesmo time é uma das faces da paixão. Mas não vale ser amigo demais, senão acaba virando irmão.

O equilíbrio é sutil e o ajuste tem a ver com duas perguntas: até que ponto vocês sabem lidar com conflitos? E como anda a libido? Quando a amizade serve para camuflar algum problema nessas áreas, fique alerta. Uma coisa é um casal que cultiva afinidades e sabe construir uma sólida base de confiança - essas condições são essenciais para garantir a longevidade de uma relação.

Mas não há nada mais antierótico do que encarar o marido como um velho amigo que não a desafia nem provoca, não instiga mais sua curiosidade porque vocês sentem que ficaram muito parecidos. Aí, a faísca da diferença entre homem e mulher se perde.

Esse tipo de amizade morna pode até trazer um certo conforto, uma ilusão de garantia: mas não há mais risco, surpresa, tesão. O marido tem que ser um amigo que a gente ainda tem vontade de beijar na boca.